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Jesus dizia a todos: "Se alguém quiser acompanhar-me, negue-se a si mesmo, tome diariamente a sua cruz e siga-me. Lucas 9:23.

20 setembro 2016

A Fantasmagoria Religiosa no Juízo de Deus sobre os Homens

A morte dramática do ator Domingos Montagner suscitou uma questão inquietante entre religiosos e a sociedade em geral: que parâmetros Deus usa para fazer justiça num mundo caído? Sendo Deus um Espírito amoroso, é possível conceber que ele seja responsável por atitudes extremas, sentenças insuperáveis ou castigos compensatórios? Faria Deus a sua vontade utilizando-se daquilo que nos parece mal, ou é a interpretação fundamentalista das Escrituras o meio que faz surgir uma divindade ávida por vingar-se de tudo aquilo que não se encaixa dentro de sua vontade? É possível crer num Deus que ama sem dar a liberdade de escolha, ou é Deus um ser controlador e egoísta, incapaz de lidar com sua criação quando ela lhe contradiz os desejos? São questões complexas e que devem ser analisadas cautelosamente. Num tempo onde a igreja encontra-se entregue a muitas fábulas, insuflando descaradamente uma espiritualidade mágica, movida a catarse coletiva e a hipertrofia das atividades supostamente metafísicas, é razoável questionar se aquilo que é atribuído a Deus pode, de fato, ser mesmo uma realização dele. Uma coisa, todavia, me parece certa: Quando o “deus” que criamos se torna um diabo para os outros, mas cedo ou mais tarde, ele se tornará um diabo para nós também. Assista a mensagem e discirna onde está a verdade!

 

15 setembro 2016

O Deus Capitalista

No capitalismo, todo investimento para ter sucesso deve prever uma taxa de retorno – o EBIT. A priori, ninguém coloca dinheiro em algo sem perspectiva de ver sua aplicação sendo remunerada, ao menos, pelos juros de mercado. Assim, quanto mais atraente for a remuneração para o investidor, mais gente interessada haverá em “apostar” dinheiro num eventual empreendimento. Olhando estas premissas, percebemos claramente como a igreja tem feito do Evangelho um negócio, a teologia ensinada nestes dias nada mais é do que uma cínica barganha com a divindade num arriscado jogo de oferta e procura no promissor mercado da fé. Para viabilizar tudo isso criou-se a religião do egocasting, ou seja, uma engrenagem onde a igreja produz conteúdos sob demanda para quem deseja apenas consumir o que lhe agrada ou apetece. De fato, a esmagadora maioria das pessoas está mesmo disposta a colocar grana – dízimos e ofertas – nesta “máquina de moer gente”, desde que o retorno sobre o investimento compense. Sim, busca-se Deus por aquilo que ele possa vir a fazer, mas, jamais, por quem ele é! Todavia, olhando por outra perspectiva, somos levados a, no mínimo, questionar o seguinte: E você? Você é um bom investimento? Você pode oferecer uma boa taxa de retorno para o “investidor”? Você é disciplinado, confiável, comprometido e habilidoso? Por que Deus deveria apostar em você e não em uma outra pessoa? Ora, se Deus é um grande capitalista, alguém determinado em investir em pessoas desde que elas possam dar o melhor retorno possível, não seria razoável imaginar que ele investe de acordo com certos interesses? Ficou confuso? Então assista a mensagem e o Espírito Santo lhe esclarecerá!

 

13 setembro 2016

Cada Geração Sofrerá o seu Próprio Mal

Estamos num processo acelerado de desumanização, a vida no mundo contemporâneo está se tornando insustentável. Sobre o ser humano deste tempo, bem resumiu Fernando Pessoa: “O mundo é de quem não sente. A condição essencial para ser um homem prático é a ausência de sensibilidade”. Não é só o planeta que está aquecido e árido, é também o nosso coração. Sim, estamos secando do lado de dentro, vivendo dias de insolação de alma, é a cauterização da mente pelo efeito do calor dos dias. Em meio a tudo isso, Deus foi esquecido, num mundo antropocêntrico às atenções estão voltadas para o prazer e tudo aquilo que possa viabilizá-lo. Aumentamos a tecnologia, mas diminuímos a satisfação, virtualizamos, nas redes sociais, os encontros das pessoas, mas não damos conta de tanta solidão, ganhamos dinheiro para comprar eletrônicos, mas perdemos a satisfação de experimentar coisas simples, levamos nossas emoções ao limite, depois nos entubamos com pílulas de amortecimento da realidade. Sim, o juízo já está posto sobre nós, pois cada geração terá de conviver com seu próprio pecado. Como se precaver contra isso? O que deve ser feito para preservar o coração do mal? Assista a mensagem e chegue a suas conclusões.

 

16 agosto 2016

Cada Casa uma Igreja, Cada Discípulo um Pastor



O mundo hoje discute sobre sustentabilidade, a capacidade de empreendimentos se tornarem viáveis no longo prazo, sem, sobretudo, ferir o meio ambiente. Quando olho para o futuro da igreja, não há outra palavra que me chame tanto a atenção quanto sustentabilidade. Sim, eu creio que o modelo da religião institucional se exauriu, não suportará mais uma geração, revolve-se em espasmos terminais. Clericalismo, liturgias ocas, dogmatizações, ajuntamentos impessoais, altos custos de manutenção de estruturas hipertrofiadas, nada disso sobreviverá aos dias vindouros. A questão central é que o mundo tem outra agenda, precisa de novas alternativas, novos modelos, Jesus é, de fato, a solução, mas a igreja não sabe mais quais são os problemas deste tempo, nem como debatê-los, nem como enfrentá-los, está perdida em devaneios. Enquanto a sociedade agoniza, em busca de escapatórias, a igreja se distrai com “batalhas espirituais”, a vida está cada vez mais insuportável, o ritmo cotidiano das pessoas é algo insano, descontrói a musculatura emocional de qualquer indivíduo e faz o ser sucumbir em meio ao mal deste século: a depressão. Vivemos num mundo impessoal, carente da experiência do encontro humano, das relações duradouras, a virtualização proporcionada pela tecnologia isola as pessoas e as torna refém de uma tela de computador, tudo ficou frio e distante. É nesse ambiente inóspito que a igreja está sendo desafiada a sobreviver, mantendo o Evangelho como a única mensagem capaz de ressignificar a existência, mas encontrando novas alternativas sócio-religiosas para ser relevante às pessoas. Mudar é preciso, e ter coragem para fazê-lo é imprescindível! Assista a mensagem e assuma sua posição!


 

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É importante esclarecer que este BLOG, em plena vigência do Estado Democrático de Direito, exercita-se das prerrogativas constantes dos incisos IV e IX, do artigo 5º, da Constituição Federal. Relembrando os referidos textos constitucionais, verifica-se: “é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato" (inciso IV) e "é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença" (inciso IX). Além disso, cabe salientar que a proteção legal de nosso trabalho também se constata na análise mais acurada do inciso VI, do mesmo artigo em comento, quando sentencia que "é inviolável a liberdade de consciência e de crença". Tendo sido explicitada, faz-se necessário, ainda, esclarecer que as menções, aferições, ou até mesmo as aparentes críticas que, porventura, se façam a respeito de doutrinas das mais diversas crenças, situam-se e estão adstritas tão somente ao campo da "argumentação", ou seja, são abordagens que se limitam puramente às questões teológicas e doutrinárias. Assim sendo, não há que se falar em difamação, crime contra a honra de quem quer que seja, ressaltando-se, inclusive, que tais discussões não estão voltadas para a pessoa, mas para idéias e doutrinas.

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